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Por que todo cirurgião-dentista precisa proteger a própria renda

O cirurgião-dentista é, na maioria dos casos, autônomo: sem FGTS, sem auxílio-doença empregatício. Toda a renda depende da capacidade física de exercer — e os estudos de saúde ocupacional mostram que 57% dos dentistas brasileiros relatam dor ligada ao trabalho e 17% têm alterações do tipo LER/DORT confirmadas.

Quando um profissional desse perfil precisa se afastar, a receita para — mas os custos fixos continuam: aluguel do consultório, salários da equipe, parcelas de equipamentos. Por isso a apólice certa vai além do básico: inclui diária por incapacidade temporária, cobertura de invalidez por doença ocupacional e a chamada cobertura das mãos, que indeniza 100% do capital em caso de perda da função de pinça intra-oral.

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